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quinta-feira, dezembro 15, 2011

Transição tecnológica - o caso Android

Editorial da revista Linux Magazine #85 (Dezembro/2011)


Recentemente, em reunião com um corretor de seguros, tivemos novamente aquela epifania de constatação de plantão: estamos assistindo a um “repeteco” tecnológico de algo vivido há 30 anos durante o advento do computador pessoal. O corretor usava um notebook, equipado com (alguma versão do) Windows®, mas seu celular era equipado com Android (Linux, open source). Essa combinação está se repetindo em pelo menos 68% do tempo atualmente, segundo dados das principais consultorias de mercado e conforme divulgado durante a MOTODEV App Summit em maio deste ano.  O mais interessante, entretanto, é que, enquanto o celular (ainda) não é suficiente para substituir o PC, seu primo maior, o tablet, está ganhando cada vez mais adeptos. Embora com acesso limitado em grande maioria às classes A e B, seus usuários relatam estar cada vez menos propensos a ligar seus notebooks ou desktops. A mesma plataforma que equipa os celulares predominantemente nos dias de hoje está fadada a equipar os tablets.

O Android está se estabelecendo como plataforma padrão para esse tipo de desenvolvimento. A escolha realizada pelo Google – que não quer nada menos do que “aumentar a Internet”, com o objetivo de ganhar escala para o seu modelo de negócios baseado em propaganda sensível a contexto – de fornecer a tecnologia de base para os equipamentos que deverão estar nas mãos de mais de 70% da população do planeta, foi um primor estratégico! Além dos dados de busca, esses aparelhos servirão com certeza como coletores de dados dos hábitos de seus usuários, o que deverá aumentar a assertividade da propaganda veiculada pelo gigante das buscas. Do lado dos fabricantes de aparelhos (Samsung, Motorola, HTC, Sony-Ericsson, Huawei, para citar apenas alguns, pois há mais de 90 no momento), a plataforma caiu nas graças de quase todos. O fato de ser real e totalmente aberta conferiu aos fabricantes um poder nunca antes disponível, qual seja, o de operar em todos os níveis de desenvolvimento de seus sistemas gratuitamente. Para os fabricantes de software, há uma plataforma mais ou menos padronizada para desenvolvimento de programas, que está se consolidando e estabilizando com a chegada do Android 4.0.

Veremos praticamente toda uma nova gama de aplicativos aparecendo para a plataforma, da mesma forma que ocorreu com o PC há três décadas. A demanda por profissionais de desenvolvimento para dispositivos móveis está cada vez mais aquecida e os especialistas já disponíveis no mercado estão sendo disputados a tapa. A pilha de serviços em torno do Android está se consolidando e não tardarão a aparecer inclusive entidades que certifiquem a proficiência dos desenvolvedores na plataforma.

Para o usuário comum é apenas mais uma ferramenta, mas que democratiza o acesso à tecnologia pelo ganho de escala e pela quantidade de programadores que arregimenta. Como a base de tudo isso é o Software Livre, todas as vantagens oriundas das tecnologias abertas vêm de roldão: competição, inovação mais rápida, soluções mais flexíveis, controle de plataforma e independência de fornecedor, maior estabilidade e segurança, sem esquecer da formação local de mão-de-obra.

Parafraseando Linus Torvalds em sua palestra na LinuxCon Brasil 2011: isso
tudo vai estar até na pia da sua cozinha – pois já chegou à sua geladeira...



SILVA, Rafael Peregrino. Transição tecnológica. Revista Linux Magazine. n. 85, p.4. Dez/2011.

segunda-feira, outubro 03, 2011

Gus Morais - Por uns bytes de memória...

Começo o post dando parabéns, mais que merecido, ao Gus Morais pela tirinha muito, Muito, MUITO BOA.

Não sei quantas pessoas leram ou lerão isto, aqui ou em outros blog, mas sei de uma coisa, muitos vão se identificar com o fim, uma parte com do meio pro fim e, muito poucos, do começo ao ao fim...

Nostalgia pura...

sexta-feira, julho 01, 2011

Issuu? O que é isso? [Serviço de publicação digital]

Hoje, após o deleite de ler uma edição da belíssima revista Latitude, do Hangar [Centro de Convenções e Feiras da Amazônia], resolvi procurar outras edições da mesma e, por uma mera casualidade, acabei esbarrando em uma edição compartilhada através de um serviço chamado Issuu, que seria só mais um dentre os vários serviços de hospedagem de arquivos... Só mais um se, entretanto, contudo, todavia, não tivesse um diferencial e tanto: a visualização dos arquivos (livros, jornais, revistas, etc) é feita em flash com um recurso do tipo "folhear" muito bom, muito bom mesmo!

Pois bem, o cadastro é rápido, fácil, simples e indolor e pode ser feito clicando aqui. Abaixo, um exemplo de um código incorporado da 8ª edição da revista Latitude, a dita cuja que eu acabara de ler.

quinta-feira, abril 28, 2011

Numeração de páginas deslizante no Blogger

Outro dia (acho que em um buteco) o Lacuna Cerebral me perguntou se eu não conhecia alguma ferramenta que fizesse a numeração das páginas do Blogger. A princípio não lembrei de nenhuma, mas fiquei de procurar no DicasBlogger, um metablog que acho muito fodástico... Pois bem, procurei e não achei lá, o jeito foi sair e googar. E, googando googando, achei o tuta de um tal "Paginator 3000" que transcrevo abaixo, de autoria do indonésoo Abu Fahran.

E agora, Le Tuta!
Vá em Design > Editar Html...

Deixe a Opção "expandir modelos de widget" DESMARCADA...
Com uma ajudinha do Ctrl+F, encontre o trecho abaixo
 ]]></b:skin>  
...e substitua por este:
 .paginator {  
      margin-top:60px;  
      font-size:1em;  
 }  
 .paginator table {  
      border-collapse:collapse;  
      table-layout:fixed;  
      width:100%;  
 }  
 .paginator table td {  
      padding:0;  
      white-space:nowrap;  
      text-align:center;  
 }  
 .paginator span {  
      display:block;  
      padding:3px 0;  
      color:#fff;  
 }  
 .paginator span strong,  
 .paginator span a {  
      padding:2px 6px;  
 }  
 .paginator span strong {  
      background:#ff6c24;  
      font-style:normal;  
      font-weight:normal;  
 }  
 .paginator .scroll_bar {  
      width:100%;     height:20px;  
      position:relative;  
      margin-top:10px;  
 }  
 .paginator .scroll_trough {  
      width:100%;     height:3px;  
      background:#ccc;  
      overflow:hidden;  
 }  
 .paginator .scroll_thumb {  
      position:absolute;  
      z-index:2;  
      width:0; height:3px;  
      top:0; left:0;  
      font-size:1px;  
      background:#363636;  
 }  
 .paginator .scroll_knob {  
      position:absolute;  
      top:-5px; left:50%;  
      margin-left:-10px;  
      width:20px; height:20px;  
      overflow:hidden;  
      background:url(https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDsTv8Poqn2TuH8P-VZ9Q63Q5lzwcnUJtK71EAZCXHX3wgOcLbvbzd-f3pXz1GokJJ62Zxst6e4tUDRsSycXGTQpH0LHEDZ8b2p0ghxgg1e05VVX4B0Tx_MPrNC27iVTF02rWdM-HPHu8/s1600/slider_knob.gif) no-repeat 50% 50%;  
      cursor:pointer; cursor:hand;  
 }  
 .paginator .current_page_mark {  
      position:absolute;  
      z-index:1;  
      top:0; left:0;  
      width:0; height:3px;  
      overflow:hidden;  
      background:#ff6c24;  
 }  
 .fullsize .scroll_thumb {  
      display:none;  
 }  
 .paginator_pages {  
      width:600px;  
      text-align:right;  
      font-size:0.8em;  
      color:#808080;  
      margin-top:-10px;  
 }  
 ]]></b:skin>  

Depois encontre esse trecho...
 </body>  

... e substitua por este...
 <script src='http://scriptabufarhan.googlecode.com/svn/trunk/paginator3000.js' type='text/javascript'></script>  
 <script type='text/javascript'>  
 var home_page=&quot;/&quot;;  
 var urlactivepage=location.href;  
 var postperpage=7;  
 var numshowpage=6;  
 </script>  
 <script src='http://scriptabufarhan.googlecode.com/svn/trunk/paginator3000-forblogger-v1.0.0.js' type='text/javascript'/>  
 </body>  

Salve o modelo...

E o resultado final é mais ou menos assim:


IPC:
Os códigos-fonte foram inseridos com a ajuda do Code Formatter

quinta-feira, abril 21, 2011

Encontrando os vídeos que não estão mais na pasta /tmp do Linux

Vi muita gente reclamando por aí que não encontrava mais os vídeos (streaming) na sagrada pasta "/tmp" em diversas distros do Linux, inclusive eu. Uns culpavam os navegadores, outros culpavam as distribuições e por aí vai.

Googando, googando, descobri que, em verdade, nem um nem outro: ao que que tudo indica, as últimas versões do flashplayer não salvam mais os vídeos nessa pasta, e sim nas pastas padrão de cada navegador. Resolvi procurar as pastas e descobri a pólvora.

No Mozilla Firefox, os vídeos ficam salvos em home/nome_do_usuario/.mozilla/firefox/q8qj3b7.default/Cache
No Google Chrome ficam em /home/nome_do_usuario/.cache/google-chrome/Default/Cache
Eu acho que o caminho em vermelho deve variar

Os vídeos ficam salvos na pasta Cache

Depois é só renomear o vídeo e copiar/recortar para o lugar desejado

E, por último, pra facilitar, é só criar um link (atalho) na área de trabalho ou outro lugar

Voilá!! problema resolvido...

segunda-feira, abril 04, 2011

TI - Mudar e Inovar


Mudar e Inovar.

Dois infinitivos que dizem muito sobre a área de tecnologia, uma área que está sempre se reciclando, criando novos conceitos, adotanto novas práticas, adptando práticas antigas, ou seja, em constante inovação e mudança. Olhando especificamente ao que concerne à gestão da TI, e falando em inovação e mudança, algo que está dando muito certo é a governança de TI baseada em práticas comprovadamente consolidadas como melhores práticas, o ITIL®V3.

De forma lacônica e simplista, o ITIL®V3 (atualização do ITILV2) é uma biblioteca composta por 5 livros que abordam as seguintes vertentes: 1. Estratégia do serviço (Service Strategy); 2. Projeto de serviço ou Desenho de serviço(Service Design); 3. Transição do serviço (Service Transition); 4. Operação do serviço (Service Operation) e; 5. Melhoria contínua do serviço (Continual Service Improvement)

Pois bem, a intenção do presente tópico não é apresentar conceitos ou cases de sucesso sobre ITIL®V3, infelizmente ainda não possuo tal capacidade. A intenção é compartilhar uma fonte de referência que mostrou-se-me deveras interessante, o livro "TI - Mudar e Inovar - Resolvendo conflitos com ITIL®V3 - aplicado a um estudo de caso", de Marcelo Gaspar. Nele, o autor nos apresenta o Sr. Jorge, um personagem fictício que passa por todos os problemas que qualquer gestor de TI passa e, usando tal situação como pano de fundo, nos apresenta alguns conceitos chaves sobre ITIL®V3, desde a introdução ao tema, até a preparação para o exame da certficação, passando por suas cinco vertentes e apresentando exemplos que qualquer um pode facilmente identificar e assimilar.

sexta-feira, março 18, 2011

Burlando o Megaupload

"Download limit exceeded"

Depois de semanas tentando baixar alguns arquivos hospedados no Megaupload, sem sucesso, pois aqui SEMPRE tem alguém baixando alguma coisa, resolvi correr atrás de alguma solução. Googuei e achei o site DownPremium, ele gera links para download de arquivos do Megaupload como se fossem uma conta Premium.

Primeiro, é só colar o link do megaupload na barra/caixa/coisa laranja onde diz "Introduce um enlace" e clicar em "Procesar Archivos"

O link premium aparece na parte de baixo da página.

Vai abrir uma janela com propagandas, basta clicar em "Skip Ad" e toma-te!

É só baixar...

DownPremium

sexta-feira, março 11, 2011

Marketing viral e as redes sociais

Não digo que seja impossível, mas é deveras improvável encontrar alguém que não tenha acesso à internet e, desse montante de usuários da web, encontar um que não esteja cadastrado/conectado à alguma rede social, qualquer que seja, desde o já decrépito e decadente orkut, até o aclamadíssimo facebook, passando por twitter, blogs, youtube, e por aí vai.

Pois bem, esse crescente número de usuários acaba atraindo a atenção de pessoas, sejam elas físicas ou jurídicas, que queiram oferecer algum tipo de produto ou serviço. E nesse contexto, aliando-se a facilidade de acesso à internet, a possibilidade de integração de diversas redes sociais e praticamente sem custo algum, surge o Marketing Viral, o equivalente digital do marketing boca-a-boca, só que sem os entraves físicos e geográficos, ou seja, consegue-se alcançar um número supreendentemente grande de potenciais clientes/parceiros/alvos/etc. O padrão de propagação do viral é semelhante ao de uma epidemia, seguindo a chamada curva logística, uma curva de crescimento exponencial.

Um exemplo recente foi uma campanha da cerveja Devassa onde a cantora Sandy simulava um striptease. De imediato e durante alguns dias, minha timeline do twitter, ficou cheia de comentários sobre o tal comercial, tanto de tweets diretos quanto de retweets.


O viral parte do princípio que a mensagem vai ser espalhada pelo próprio público interessado em seu conteúdo, e as pessoas tem maior receptividade a conteúdos enviados por conhecidos/formadores de opinião do que pessoas ou empresas desconhecidas.

Abaixo tem outro exemplo de viral, um vídeo do Youtube que, na época, foi muito divulgado: "O dia em que um sorriso parou São Paulo", da Brastemp.


Muito bom, diga-se de passagem.

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Cursos online gratuitos - Escol@ Virtual Bradesco

Depois de fazer praticamente todos os cursos da FGV Online e da NextGeneration Center, ambos online, gratuitos e ideais para quem procura conhecimento rápido e acessível (ou para cobrir aquelas atividades extracurriculares da faculdade). Pois bem, depois desse, procurei por outros portais/entidades/organizações que oferecessem serviços semelhantes e, eis que, googando, googando, deparo-me com a Escol@ Virtual da Fundação Bradesco. O cadastro é muito simples e rápido, e a EV oferece diversos cursos nas áreas de:
  • Administração Financeira ‎(1)
  • Banco de Dados ‎(3)
  • Aperfeiçoamento/Comportamentais ‎(10)
  • Desenvolvimento de Aplicativos ‎(22)
  • Governança de TI ‎(12)
  • Informática ‎(6)
  • Infraestrutura ‎(1)
  • Office 2003 ‎(11)
  • Office 2007 ‎(10)
  • Segurança ‎(2)
  • Sistemas Operacionais ‎(2)
Além destes, a EV também oferece cursos mais técnicos, semipresenciais, para usuários mais experientes; Cursos para crianças além do "Feito à mão", oriundo de uma parceria com o canal Futura, que possibilita aos alunos o desenvolvimento de uma profissão.

Acessem, cadastrem-se e aproveitem os cursos!
Escol@ Virtual da Fundação Bradesco

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Menu horizontal de temas no Blogger

Há tempos que eu procurava um menu horizontal que separasse as páginas por temas no Blogger, tentei usando o recurso "Páginas", mas só consegui páginas estáticas, isso é interessante pra colocar páginas do tipo "Sobre" ou "Contatos", mas não atendia ao que eu queria. Revirando os recursos do Blogger descobri a Lista de Links.

A grande sacada é deixar os marcadores/tags das postagens bem organizados e colocar os link de cada tag no gadget Lista de Links. No meu caso, eu separei todos os posts em 7 tags "principais":
Literatura, para resenhas e comentários de livros e/ou quadrinhos;
Escritos, que contém textos e contos de minha autoria;
Tecnologia, artigos e tutoriais da área de TI;
Design, como uma proposta inicial de portfólio, pra postar alguns trabalhos da área de design;
Administração, com alguns temas relevantes do curso de administração;
Cultura, que abrange cinema, música, gastronomia, comportamento e afins e;
Lugares, meio que provisória, to pensando em migrar esses post pra outra tag.

Vale lembrar, que existem as tags secundárias. Os post sempre veem com uma tag principal (uma das 7 supra citadas) e com uma ou mais tags secundárias, de forma a especificar melhor o assunto. Por exemplo, tags comm Nietzsche ou Dostoiévski, sempre estão juntas de Literatura. Pois bem, vamos aso passo-a-passo do menu horizontal:

1. No painel do Blogger, Design >> Elementos da página

2. Adicione o gadget Lista de Links ao cabeçalho.

3. Em "Novo URL do site" é só colocar o link que direcione pra tag referente ao tema da página; em "Novo nome do site" o nome que aparecerá no menu. Depois é só definir a ordem que as páginas aparecerão e pronto!

O menu deve ficar mais ou menos assim:

Pronto! sem dificuldade, sem dor.

quarta-feira, janeiro 26, 2011

30 anos de jogos de tiro em primeira pessoa


Eu, particularmente, não sou muito fã do gênero, mas achei o vídeo muito interessante, e confesso que já perdi algumas horas mordendo a língua em alguns deles... Wolfenstein 3D, Quake, Doom, Golden Eye, Half-life e Call of Dutty... Mas o tal Battlezone (1980) parece porrada! vou ver se acho...

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Como deixar sua rede segura sem muito esforço

Segurança dos dados, seja em uma grande corporação ou no desktop de um usuário doméstico, é um assunto que deixa qualquer um preocupado. É claro que ninguém vive constantemente pensando que irá perder seus dados, mas as possibilidades existem e são reais, dentre as principais causas, temos perda/dano causados por vírus [e outros malwares], falhas de discos e ataques intencionais [dados de mais importância].

O ideal para toda empresa é ter um servidor seguro onde se possa armazenar os dados de todos os usuário da empresa, com as suas devidas permissões de leitura/escrita de acordo com a hierarquia da empresa, que tenha uma rotina periódica de backups, feita de acordo com a criticidade dos dados e que esteja bem protegida contra as ameaças supracitadas [antivírus, firewall, espelhamento de disco, etc.]. Mas nem sempre as empresas podem [ou querem] investir em tais soluções, seja por as considerarem caras ou desnecessárias [até que num belo dia, um HD vai e queima!].

Na impossibilidade de investimentos altos na área de TI, algumas práticas simples podem servir como uma luva para uma empresa de pequeno [e até mesmo médio] porte.

1. Segurança: Mantenha o antivírus sempre atualizado. Depois de alguns testes com alguns antivírus grátis disponíveis, escolheu-se o avast! Free que, até então, tem respondido bem à questão de vírus aqui, mas a grande questão [ainda] continua sendo o bom senso de alguns usuários e o uso indiscriminado de pendrives.
Download do avast! Free Antivirus


2. Compartilhamento: Na impossibilidade de se ter um servidor de dados dedicado, além da limitação de espaço em disco disponível, uma opção é selecionar a menos pior melhor máquina de cada setor para servir como um servidor de arquivos local, uma pasta compartilhada e mapeada como unidade de rede serve bem a esse propósito.
Como conectar e desconectar uma unidade de rede no Windows XP


3. Níveis de acesso: Bem, feito o compartilhamento, é hora de definir o nível de acesso de cada usuário à unidade de rede. Essa parte é, de certa forma, bem simples, basta seguir o artigo abaixo e definir os níveis, de acordo com os usuários e os tipos de dados [público, interno, confidencial].
COMO: Definir segurança de pasta para pastas compartilhadas

4. Backup: O próprio Ruindows Windows vem com uma aplicação de backup/restauração de arquivos:
Windows XP: Iniciar > Programas > Acessórios > Ferramentas de sistema > Backup.
Windows Seven: Iniciar > Painel de Controle > Sistema e Manutenção > Backup e Restauração.
Feito isso, é só escolher os locais de origem e destino do backup. Para maior segurança, recomenda-se sempre que o backup seja mantido fora do ambiente que foi gerado, armazenando-o em mídias externas (DVD, Blu-ray, HD Externo, etc).


5. Outras dicas importantes:
- Antes de abrir um pendrive, PeloAmorDeTodosOsSeusDeuses, faça uma varredura com o antivírus;
- Nunca deixe suas senhas salvas no navegador;
- Nunca baixe arquivos com extensões 'exe' de sites desconhecidos [a não ser que saiba o que está fazendo];
- Nunca abra emails de contatos desconhecidos ou com temas do tipo "atualização bancária", "olhas as fotos do fim de semana", etc.
- Em caso de dúvida em relação aos anexos de algum email, basta posicionar o cursor, sem clicar, sobre o anexo, o link real aparecerá na barra de status do navegador.
- Esqueci alguma coisa?

Seguindo esses passos simples, que qualquer um com o mínimo conhecimento de informática pode implementar, dificilmente perder-se-ão dados na sua rede/empresa, mas, caso aconteça, dado que não é impossível, a restauração dos arquivos pode ser feita imediatamente.

quinta-feira, dezembro 30, 2010

Revolver Maps - Globo contador de visitas 3D

Revolver Maps é um serviço que exibe, em um globo 3D e em tempo real, o local onde estão os visitantes do seu site/blog, além disso, exibe também informações sobre cidades, estado, país e contagem de visitas.

Bem legal, útil e fácil de utilizar. Basta acessar o site RevolverMaps e escolher o modelo/opções, copiar o código HTML e colar no blog. Mais fácil impossível.



quarta-feira, dezembro 01, 2010

Recuperando senhas de Administrador no Windows


Hoje esbarrei em uma situação interessante, um notebook com Windows 7 instalado e sem a senha de Administrador.
Avaliei as opções:
1º Perguntar a senha pro usuário (óbvio)... Era "000000", mas, por algum motivo, razão ou circunstância, não entrava;
2º Como eu estou em tratamento pra controlar a Síndrome de Formatar HD, descartei essa hipótese;
3º Tentar descobrir e/ou redefinir a senha. Vamos à essa.

Com uma rápida Googada, descobri o que já suspeitava, as senhas ficam criptografadas em determinados arquivos do Windows, cada versão tem o seu, o mais importante é que, rodando um software ou sistema operacional específico, que não se utilize desses arquivos, pode-se alterá-los à vontade. Descobrimos alguns programas que fazem isso, como o Trinity Rescue Kit ou o Proactive Password Auditor, mas com a impossibilidade (devido à preguiça) de queimar um CD pra tal empreitada, foi utilizado o LiveCD do Ubuntu, que tava aqui do ladinho!

o Tuta em si é bem simples:
1. Iniciar a máquina a partir de um LiveCD, no meu caso foi o Ubuntu mas funciona com qualquer distro do Linux;
2. Renomear o arquivo sethc.exe que se esconde na pasta "C:\Windows\System32, trocar a extensão pra .bak ou outra qualquer.
3. Ainda na mesma pasta, criar uma cópia do arquivo cmd.exe e renomear para sethc.exe.
4. Reiniciar a máquina e, quando no Ruindows, apertar Shift 5 vezes, isso irá iniciar o prompt de comando, daí vem o golpe final, o comando é control userpasswords2, isso abre o gerenciador de Contas de Usuários, é só escolher a conta de Administrador e trocar a senha, ou adicionar uma nova conta caso queiram, ou sei lá, dá pra alterar tudo relacionado à contas de usuário.

Detalhe: Testado e aprovado em Windows XP e Seven


Maiores informações: Hackeando Senhas - Guia do Hardware

quarta-feira, novembro 10, 2010

Solução do erro "Unknown keyword in configuration file" (Ubuntu 10.10 USB Boot)

Ao tentar instalar o Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat de um pendrive em um netbook deparei-me com um erro bastante significativo:

SYSLINUX 3.63 Debian-2008-07-15 EBIOS Copyright (c) 1994-2008 H. Peter Anvin
Unknown keyword in configuration file
boot:


A primeira reação foi pensar que ou a ISO estava com problemas ou ocorreu algum erro na hora de criar o USB inicializável, bem checando o md5sum no http://releases.ubuntu.com/maverick/MD5SUMS deu tudo certo. Passando ao segundo ponto, usei outro pendrive e aconteceu a mesma coisa. Pensadno bem, a minha primeira reação foi achar que fosse algum erro de teclado, confundi keyword com keyboard (HuhUAHUAHU!).

Googando googando, achei o tópico do LeoEvs no Fórum Ubuntu Linux PT que, de forma resumida, indicava a instalação de uma versão atualizada do syslinux (boot loader).

Foram feitos os seguintes passos:
1. Remoção completa do syslinux via Synaptic (juntamente com o usb-creator-gtk e usb-creator-common);
2. Download das versões mais recentes do do syslinux em http://mirrors.kernel.org/ubuntu/pool/main/s/syslinux/, que no caso foi a 4.02 (syslinux-common_4.02+dfsg-7ubuntu1_all.deb e syslinux_4.02+dfsg-7ubuntu1_i386.deb);
3. Reinstalação do syslinux: no terminal, 'sudo dpkg -i *.deb' na pasta onde os arquivos foram baixados (eu gosto do gnome-terminal);
4. Reinstalação do utilitário de criação de disco USB inicializável: no termial, 'sudo apt-get install usb-creator-gtk usb-creator-common';
5. Pronto, foi só refazer o USB e funcionou!


Fonte: http://ubuntuforum-br.org/index.php?topic=73505.0

segunda-feira, outubro 04, 2010

Ocomon

O Ocomon surgiu em Março de 2002 como projeto pessoal do programador Franque Custódio, tendo como características iniciais o cadastro, acompanhamento, controle e consulta de ocorrências de suporte e tendo como primeiro usuário o Centro Universitário La Salle (UNILASALLE). A apartir de então, o sistema foi assumido pelo Analista de Suporte Flávio Ribeiro que adotou a ferramenta e desde então a tem aperfeiçoado e implementado diversas características buscando atender a questões de ordem prática, operacional e gerencial de áreas de suporte técnico como Helpdesks e Service Desks. Em Maio de 2003 surgiu a primeira versão do módulo de inventário (Invmon), e a partir daí e todas as informações de atendimentos começaram as estar vinculadas ao respectivo equipamento, acrescentando grande praticidade e valor ao sistema de atendimento. Com a percepção da necessidade crescente de informações mais relacionadas com à questão de qualidade no suporte, no início de 2004 foram adicionadas características de gerenciamento de SLAs, mudando de forma sensível a maneira como o gerenciamento de chamados vinha acontecendo e obtendo crescente melhoria da qualidade final de acordo com os indicadores fixados para os serviços realizados.

Hoje é possível responder questões como:

* volume de chamados por período;
* tempo médio de resposta e solução para os chamados;
* percentual de chamados atendidos e resolvidos dentro do SLA;
* tempo dos chamados decomposto em cada status de atendimento;
* usuários mais ativos;
* principais problemas;
* reincidência de chamados por equipamento;
* estado real do parque de equipamentos;
* como e onde estão distribuídos os equipamentos;
* vencimento das garantias dos equipamentos;
além de uma série outras questões pertinentes à gerência pró-ativa do setor de suporte.

No início de 2005, os dois sistemas: Ocomon e Invmon foram finalmente 100% integrados ganhando um novo layout e permancendo com o nome único de OCOMON. Tendo então sua utilização baseada em dois módulos principais:

* Módulo de Ocorrências;
* Módulo de Inventário;

Principais funções do módulo de ocorrências:

* abertura de chamados de suporte por área de competência;
* vínculo do chamado com a etiqueta de patrimônio do equipamento;
* busca rápida de informações referentes ao equipamento (configuração, localização, histórico de chamados, garantia..) no momento da abertura do chamado;
* envio automático de e-mail para as áreas de competência;
* acompanhamento do andamento do processo de atendimento das ocorrências;
* encerramento das ocorrências;
* controle de horas válidas;
* definições de níveis de prioridades para os setores da empresa;
* gerenciamento de tempo de resposta baseado nas definições de prioridades dos setores;
* gerenciamento de tempo de solução baseado nas definições de categorias de problemas;
* controle de dependências para o andamento do chamado;
* base de conhecimento;
* consultas personalizadas;
* relatórios gerenciais;
* controle de SLAs;

Principais funções do módulo de inventário:

* cadastro detalhado das informações (configuração) de hardware do equipamento;
* cadastro de informações contábeis do equipamento (valor, centro de custo,localização, reitoria, fornecedor..);
* cadastro de modelos de configuração para carga rápida de informações de novos equipamentos;
* cadastro de documentações relacionadas aos equipamentos (manuais, termos de garantia, mídias..);
* controle de garantias dos equipamentos;
* histórico de mudanças (de localidades) dos equipamentos;
* controle de licenças de softwares;
* busca rápida das informações de chamados de suporte para o equipamento;
* busca rápida de informações dos equipamentos;
* buscas por histórico de mudanças (localização);
* consultas personalizadas;
* estatísticas técnicas e gerenciais do parque de equipamentos;
* relatórios gerenciais;

Questões técnicas:

O Ocomon foi concebido sob a visão de software opensource sob o modelo GPL de licenciamento, utilizando tecnologias e ferramentas livres para o seu desenvolvimento e manutenção.

Abaixo listo as principais questões técnicas do sistema:

* Linguagem: PHP versão: a partir da 4.3x até a 5x , HTML, CSS, Javascript;
* Banco de dados: MySQL versão: A partir da 4.1x;
* Autenticação de usuários: a autenticação de usuários pode ser feita tanto na própria base do sistema quanto através de uma base LDAP em algum ponto da rede.

Novas funcionalidades têm sido acrescentadas ao sistema ao longo do tempo e o objetivo é torná-lo cada vez mais aderente às boas práticas relacionadas tanto à operacionalização quanto à gestão de áreas de atendimento técnico.

Atenciosamente

Flávio Ribeiro

Fonte: http://ocomonphp.sourceforge.net/
Foi utilizada TCC neste texto (Técnica de Copiar e Colar)

quarta-feira, setembro 08, 2010

LPI - Linux Professional Institute


O Linux Professional Institute - LPI - é uma organização sem fins lucrativos, sediada na California - USA e constituída em 1999 pela comunidade Linux, e, desde então, desenvolve de forma acessível um programa de certificação em sistemas GNU/Linux reconhecido internacionalmente por empresas, empregadores e profissionais de TI.

A certificação LPI está entre as 10 mais procuradas do mundo por profissionais da área de Tecnologia da Informação, segundo o site Certcities.com, especializado no assunto. Certificar-se é uma forma de atestar conhecimentos profissionais, ou seja, validar a eficiência de alguém em determinado assunto.

A principal vantagem da LPI sobre outras certificações Linux é a neutralidade de distribuição, pois as provas do LPI são baseadas no Linux Standard Base, um conjunto de normas que mantém a compatibilidade entre as diferentes versões e distribuições do sistema operacional. A certificação LPI é, portanto, independente da distribuição.

O LPI é reconhecido como a primeira organização do mundo a defender e ajudar o uso profissional do Linux, Open Source e Free Software. Os exames de certificação do LPI são aplicados em milhares de lugares no mundo, em vários idiomas e com o apoio de empresários, fabricantes e instrutores.

O LPI acredita na necessidade de um programa padronizado, internacional e respeitado para certificar os níveis de habilidades individuais em Linux. O programa de provas atende as exigências dos profissionais e empregadores Linux. A certificação LPI é composta de dois níveis e para cada um deles o candidato tem que fazer duas provas:

Certificação LPIC-1 (Nível I) - Administrador Linux Júnior
Provas: 101 e 102 (Para obter o nível 1, o aluno tem que passar nas 2 provas. Não adianta passar na prova 102 e não passar na prova 101)

Certificação LPIC-2 (Nível II) - Administrador Linux Pleno
Provas: 201 e 202 (Para obter o nível 2, o aluno tem que passar nas 2 provas. Não adianta passar na prova 202 e não passar na prova 201)

Certificação LPIC-3 (Nível III) - Administrador Linux Sênior
As provas 301 e 302 foram realizadas em 02/12/06 como provas pilotos e estão sendo aplicadas regularmente desde janeiro de 2007. A prova 301 qualifica o profissional como "Core". E as provas de 302 a 306 o certificam como especialista em determinadas áreas.

Passo-a-passo Inscrições:
Após consultar o calendário, certifique-se da disponibilidade de vagas. Ligue para: +55 11 2125 4747 ou mande um e-mail.

Em seguida, inscreva-se:
1 - Obtenha seu LPI ID
Cadastre-se na página https://www.lpi.org/register.html para receber por e-mail o número de seu registro, chamado LPI ID. Tenha certeza de ter informado corretamente seu endereço eletrônico. O LPI ID (Linux Professional Institute Identification) é obrigatório e sem ele você não faz a prova. Ele é o número que o identifica no sistema LPI.

2 - Efetue o pagamento
O pagamento das provas é à vista sempre antes da prova , por meio de depósito identificado (utilize seu LPI ID como número de identificação).

3 - Preencha a ficha de inscrição
Preencha a ficha de inscrição, anexe o comprovante de pagamento e envie para a 4Linux, por fax: +55 11 2125 4777 ou por e-mail.

4 - Confirmação
Você receberá um e-mail da 4Linux, informando que sua inscrição foi realizada com sucesso.

Investimento:
Prova 101 = R$290,00
Prova 102 = R$290,00
Prova 101+102 = R$580,00

Prova 201 = R$290,00
Prova 202 = R$290,00
Prova 201+202 = R$580,00

Prova 301 = R$470,00
Prova 302 = R$290,00
Prova 303 = R$290,00

Onde fazer:
No Brasil existem duas formas de realizar as provas para a Certificação LPI:

Provas em papel (PBT - Paper Based Tests)
As provas em papel são parecidas com exames de vestibular e concursos. Elas são freqüentemente realizadas em eventos de software livre, onde há uma grande concentração de interessados em se certificar. Além disso, as provas em papel são aplicadas em cidades onde há dificuldades de se obter um centro Thomson Prometric ou Pearson VUE para fazer a prova eletônica (CBT).

As provas em papel aplicadas no Brasil são geradas e corrigidas pelo LPI Mundial, no Canadá, e as afiliadas (4Linux) não têm qualquer tipo de contato com as provas. Os aplicadores de provas - conhecidos como Proctors - são certificados pelo LPI Mundial e também não têm relação com a afiliada (4Linux).

Os resultados das provas em papel demoram de 15 a 30 dias para serem liberados.
Existe um calendário oficial com as datas e locais de realização das provas em papel. Confira aqui.
OBS: O Nível 1 (provas 101 e 102) já está disponível em português, na versão em papel. As provas do nível 2 (201 e 202) também são aplicadas em papel, na língua inglesa.

Provas eletrônicas (CBT - Computer Based Tests)
Além das provas em papel os interessados também podem fazer provas eletrônicas nos centros de testes do Thomson Prometric e o Pearson VUE e podem ser realizadas em qualquer horário e local agendados pelo candidato. Veja como.

Em Belém:
Pearson Vue
SENAI, Travessa Quintino Bocaiúva 1588, Bloco A, 4º andar, +55 91 4009 4759

Thomson Prometric
Amazon Corporation, Av. Conselheiro Furtado 3016, +55 91 4005 6901 / 4005 6902




Fonte: LPI Brasil

quinta-feira, agosto 26, 2010

Google Docs

Bem, isso quase todo mundo já deve saber, mas não custa nada relembrar...

O Google Docs é uma suíte de aplicações do Google baseada em Cloud Computing, ou seja, todos os aplicativos rodam diretamente da internet, sem a necessidade de instalação local. Com ele é possível ciar, editar, exportar e compartilhar arquivos de texto, planilhas de cálculo, apresentaçãoes de slide, desenhos e formulários. É totalmente compatível com formatos abertos e proprietários, como o Word, Br/OpenOffice.org, etc.

O documento abaixo é a consolidação de uma aula de Tecnologias Emergentes II, do curso de Adminisrtação com ênfase em Sistemas de Informação da Faculdade Ideal, é um exemplo de edição colaborativa, vários alunos editaram o mesmo documento ao mesmo tempo. Em dado momento virou bagunça, mas depois de uma formatação e uma aglutinação dos conceitos o resultado final foi esse.

segunda-feira, junho 14, 2010

Casa Verde, dois conceitos para um mesmo termo

Ontem, não consigo lembrar-me exatamente do porquê, mas em certo ponto de um certo diálogo, alguém citou uma tal "Casa Verde". Eu, que estava parcialmente absorto em pensamentos e devaneios, rapidamente vi-me a indagar: "Qual Casa Verde?".

Dito isso, esclareci que poderia ser a Casa Verde, aquela, que era um hospício na vila de Itaguaí, constantemente abastecido de cobaias humanas, onde Simão Bacamarte internava todas as pessoas da cidade que ele julgava loucas, como o vaidoso, o bajulador, a supersticiosa, a indecisa, e por aí vai.

Ou que poderia ser uma "Casa Verde", também conhecida como Ecohouse, uma casa feita sobre os conceitos de sustentabilidade ambiental, como utilização formas de energia limpas (vento, solar, etc), reciclagem de água, utilizaçã de materiais reciclados na construção, coisas desse tipo.

Depois desta vaga explicação, responderam-me: "Nem uma das duas, é aquela casa verde que fica na outra rua, que está à venda...". Senti-me um leigo, não sabia qual era a casa...


Saiba mais sobre Casa Verde (O Alienista)
Saiba mais sobre Casa Verde (Ecohouse)

segunda-feira, junho 07, 2010

TI Verde - Um olhar sobre as práticas sustentáveis no uso dos recursos tecnológicos e como elas podem ser usadas como diferenciais competitivos

É de amplo conhecimento o fato de que a área da tecnologia da informação é de um dinamismo sem par, evoluindo mais e mais a cada dia. Basta lembrar que os primeiros computadores, como o ENIAC (primeira geração, década de 40), funcionavam à base de circuitos eletrônicos e válvulas e demandavam enormes quantidades de energia elétrica e espaço físico. Hoje em dia, estamos vivendo uma época de expansão tecnológica, houve uma popularização dos computadores pessoais, iniciada na década de 70, os computadores tornaram-se cada vez menores, mais poderosos e mais acessíveis, além de extremamente necessários às mais diversas tarefas do ser humano, seja no âmbito pessoal ou no profissional. Logicamente, os computadores de hoje utilizam muito menos energia que os seus antepassados, mas, mesmo assim, o consumo de energia cresce à medida que componentes mais recentes e robustos são lançados.
Dessa constante evolução, desdobram-se alguns problemas no âmbito da sustentabilidade, dentre os principais, um deles foi citado anteriormente, que é a quantidade de energia elétrica demandada, outro grande problema seria a quantidade de lixo eletrônico produzida pela constante obsolescência dos equipamentos, sendo boa parte desse lixo constituída de metais pesados, a má utilização dos recursos na área da tecnologia, e por aí vai.
Dentro desse contexto, a TI Verde surge como uma forma de se utilizar melhor os recursos tecnológicos disponíveis para não agredir ou, já que isso é praticamente impossível, minimizar os impactos ambientais.
A TI Verde pode aparecer através de investimentos como a utilização de computadores mais econômicos, da utilização de placas de captura de energia solar para alimentar esses computadores, da utilização da virtualização para aumentar a eficiência, principalmente energética, das máquinas. Mas a TI Verde também pode partir de pequenas ações do dia-a-dia, como diminuir o brilho dos monitores, dar preferência à utilização do email ao invés de documentos impressos ou imprimir nas duas faces do papel. Tais práticas, além de reduzir os custos, podem também agregar valor à imagem da empresa, atrair novos consumidores, facilitar parcerias, aumentar a credibilidade entre os stakeholders, etc. Sendo, dessa forma, uma importante ferramenta na estratégia da empresa.