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segunda-feira, abril 04, 2011

TI - Mudar e Inovar


Mudar e Inovar.

Dois infinitivos que dizem muito sobre a área de tecnologia, uma área que está sempre se reciclando, criando novos conceitos, adotanto novas práticas, adptando práticas antigas, ou seja, em constante inovação e mudança. Olhando especificamente ao que concerne à gestão da TI, e falando em inovação e mudança, algo que está dando muito certo é a governança de TI baseada em práticas comprovadamente consolidadas como melhores práticas, o ITIL®V3.

De forma lacônica e simplista, o ITIL®V3 (atualização do ITILV2) é uma biblioteca composta por 5 livros que abordam as seguintes vertentes: 1. Estratégia do serviço (Service Strategy); 2. Projeto de serviço ou Desenho de serviço(Service Design); 3. Transição do serviço (Service Transition); 4. Operação do serviço (Service Operation) e; 5. Melhoria contínua do serviço (Continual Service Improvement)

Pois bem, a intenção do presente tópico não é apresentar conceitos ou cases de sucesso sobre ITIL®V3, infelizmente ainda não possuo tal capacidade. A intenção é compartilhar uma fonte de referência que mostrou-se-me deveras interessante, o livro "TI - Mudar e Inovar - Resolvendo conflitos com ITIL®V3 - aplicado a um estudo de caso", de Marcelo Gaspar. Nele, o autor nos apresenta o Sr. Jorge, um personagem fictício que passa por todos os problemas que qualquer gestor de TI passa e, usando tal situação como pano de fundo, nos apresenta alguns conceitos chaves sobre ITIL®V3, desde a introdução ao tema, até a preparação para o exame da certficação, passando por suas cinco vertentes e apresentando exemplos que qualquer um pode facilmente identificar e assimilar.

sexta-feira, março 11, 2011

Marketing viral e as redes sociais

Não digo que seja impossível, mas é deveras improvável encontrar alguém que não tenha acesso à internet e, desse montante de usuários da web, encontar um que não esteja cadastrado/conectado à alguma rede social, qualquer que seja, desde o já decrépito e decadente orkut, até o aclamadíssimo facebook, passando por twitter, blogs, youtube, e por aí vai.

Pois bem, esse crescente número de usuários acaba atraindo a atenção de pessoas, sejam elas físicas ou jurídicas, que queiram oferecer algum tipo de produto ou serviço. E nesse contexto, aliando-se a facilidade de acesso à internet, a possibilidade de integração de diversas redes sociais e praticamente sem custo algum, surge o Marketing Viral, o equivalente digital do marketing boca-a-boca, só que sem os entraves físicos e geográficos, ou seja, consegue-se alcançar um número supreendentemente grande de potenciais clientes/parceiros/alvos/etc. O padrão de propagação do viral é semelhante ao de uma epidemia, seguindo a chamada curva logística, uma curva de crescimento exponencial.

Um exemplo recente foi uma campanha da cerveja Devassa onde a cantora Sandy simulava um striptease. De imediato e durante alguns dias, minha timeline do twitter, ficou cheia de comentários sobre o tal comercial, tanto de tweets diretos quanto de retweets.


O viral parte do princípio que a mensagem vai ser espalhada pelo próprio público interessado em seu conteúdo, e as pessoas tem maior receptividade a conteúdos enviados por conhecidos/formadores de opinião do que pessoas ou empresas desconhecidas.

Abaixo tem outro exemplo de viral, um vídeo do Youtube que, na época, foi muito divulgado: "O dia em que um sorriso parou São Paulo", da Brastemp.


Muito bom, diga-se de passagem.

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Cursos online gratuitos - Escol@ Virtual Bradesco

Depois de fazer praticamente todos os cursos da FGV Online e da NextGeneration Center, ambos online, gratuitos e ideais para quem procura conhecimento rápido e acessível (ou para cobrir aquelas atividades extracurriculares da faculdade). Pois bem, depois desse, procurei por outros portais/entidades/organizações que oferecessem serviços semelhantes e, eis que, googando, googando, deparo-me com a Escol@ Virtual da Fundação Bradesco. O cadastro é muito simples e rápido, e a EV oferece diversos cursos nas áreas de:
  • Administração Financeira ‎(1)
  • Banco de Dados ‎(3)
  • Aperfeiçoamento/Comportamentais ‎(10)
  • Desenvolvimento de Aplicativos ‎(22)
  • Governança de TI ‎(12)
  • Informática ‎(6)
  • Infraestrutura ‎(1)
  • Office 2003 ‎(11)
  • Office 2007 ‎(10)
  • Segurança ‎(2)
  • Sistemas Operacionais ‎(2)
Além destes, a EV também oferece cursos mais técnicos, semipresenciais, para usuários mais experientes; Cursos para crianças além do "Feito à mão", oriundo de uma parceria com o canal Futura, que possibilita aos alunos o desenvolvimento de uma profissão.

Acessem, cadastrem-se e aproveitem os cursos!
Escol@ Virtual da Fundação Bradesco

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Como elaborar um Plano de Negócios

Chegando ao derradeiro semestre de Administração da ilustríssima Faculdade Ideal, são oferecidas aos formandos 4 modalidades de Trabalho de Conclusão de Curso: a clássica monografia, artigo científico, diagnóstico empresarial ou plano de negócios. Entre inúmeras conversas em momentos botecaneanos, a equipe (Gabriel Rocha e eu) chegou a um consenso: optamos por um plano de negócios, dada a real aplicabilidade de tal documento em relação aos demais, excetuando-se aí talvez o diagnóstico empresarial.



Pois bem... LET'S PLAN!

Um plano de negócios ou business plan, é um documento que, pelo menos em teoria, deveria preceder todo e qualquer empreendimento que se preze ou que, no mínimo, queira ser bem sucedido. Ele contem, de forma NÃO lacônica nem simplista, um detalhamento completo acerca do empreendimento a ser realizado, bem como informações sobre os produtos/serviços oferecidos, clientes, concorrentes, fornecedores e demais stakeholders que eventualmente façam parte do seu ramo de atuação.

Outro fator importante é que o plano de negócios mostra ao empreendedor os pontos forte e fracos do negócio em questão, o que diminui consideravelmente as incertezas e faz com que se visualize de forma holística qual a real viabilidade do empreendimento.

Pois bem, eu nunca fiz um plano de negócios antes, e nem era a minha intenção ensinar a fazê-lo, mas encontrei alguns materiais muito bons sobre o assunto, como o manual e software disponibilizados pelo Sebrae-MG. Vale a pena conferir.


Software de Plano de Negócio
Manual Como Elaborar um Plano de Negócios
Fonte: Sebrae - Minas Gerais


Como criar e montar um plano de negócios:
Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5
Fonte: Sobre Administração

quinta-feira, setembro 16, 2010

XI Semana de Administração - Faci

Acontecerá nos dias 29/30 de setembro e 1º de outubro, a XI Semanda Acadêmica de Administração da Faculdade Ideal com o tema "Qualidade de Vida no Trabalho", dentre as atrações do evento, temos palestras, oficinas, mesa-redonda e a ilustre presença da Prof. Drª Ana Cristina Limongi França autora de diversos livros na área de Recursos Humanos, Psicologia do Trabalho e Comportamento Organizacional, sendo, inclusive, a autora do livro "Práticas de Recursos Humanos", livro-texto das disciplinas Recursos Humanos I e II dos cursos de Administração da Faci.

Confira a Programação Completa!

quarta-feira, setembro 15, 2010

A Aprendizagem em Administração

Na aula de ontem (14/09), o professor de Tópicos Especiais em Administração I, Mário Botelho, questionou uma aluna da seguinte forma: "Você acha que o método de ensino em Administração mudou desde a época em que eu era universitário até agora?". Ela respondeu que sim e se justificou dizendo nos avanços da tecnologia, como uso de data-show, aulas em slides, etc., haviam modificado o modo de ensinar. Em resposta, o professor disse que nada mudou, o método de ensino ainda é o mesmo, o professor fala, o aluno escuta, e assim se dá o processo de ensino-aprendizagem.

De fato isso é verdade, mesmo com a utilização de diversas ferramentas, recursos tecnológicos e dinâmicas, a metodologia de ensino continua a mesma, um modelo onde os acadêmicos participam apenas passivamente do processo. Aluno e professor estão tão acostumados, ou melhor dizendo, condicionados a esse modelo que não percebem que nenhum real conhecimento advém desse modelo. É claro que, nesses moldes, a aprendizagem fica fatalmente prejudicada e desvirtuada. Peter Senge nos nos diz que aprender "não significa adquirir mais informação, mas expandir a capacidade de produzir os resultados que verdadeiramente desejamos na vida" (SENGE, Peter M. The Fifth Discipline: The Art & Practice of The Learning Organization. Doubleday: New York, 1990.).

Ora, então os acadêmicos acumulam informações, fazem alguns trabalhos e provas, recebem um conceito e estão aptos a produzir resultados em uma empresa? Pode-se chamar de, no mínimo, ingênuo ao aluno que imagine-se apto a gerenciar uma empresa ao sair da faculdade.

O mesmo professor que levantou a questão, propôs uma solução: Parcerias entre as faculdades e empresas para proporcionar uma vivência aos alunos, não deixando de lado a parte teórica, e sim complementado-a com experiências reais. Eu, particularmente, vejo pouco professores com esse perfil.

Mas é bom lembrar, que esse interesse em novos moldes deveria partir do aluno, que é o maior interessado num ensino de qualidade e que traga conhecimentos reais. O próprio aluno deve propor mudanças, dinâmicas, práticas, enfim, um mosaico de situações que possam fazer com que ele possa crescer e amuderecer como estudante e profissional ainda na academia, desse modo, ele já entra "ganhando de 1 X 0" no mercado de trabalho, por ser um profissional diferenciado, proativo e aberto à mudanças e inovações.

quinta-feira, setembro 09, 2010

Dia do Administrador


Parabéns a todos os Administradores que dignificam a profissão, conscientes das responsabilidades legais, e observadores do código de ética, objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituições e a grandeza do homem e da pátria.
Que todos os desafios sejam superados e que cada vitória enalteça a carreira, o know-how e, sobretudo, enobreça a pessoa em si, para que, conhecendo-se cada vez mais e melhor, o Administrador possa dar o melhor de si.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Google Docs

Bem, isso quase todo mundo já deve saber, mas não custa nada relembrar...

O Google Docs é uma suíte de aplicações do Google baseada em Cloud Computing, ou seja, todos os aplicativos rodam diretamente da internet, sem a necessidade de instalação local. Com ele é possível ciar, editar, exportar e compartilhar arquivos de texto, planilhas de cálculo, apresentaçãoes de slide, desenhos e formulários. É totalmente compatível com formatos abertos e proprietários, como o Word, Br/OpenOffice.org, etc.

O documento abaixo é a consolidação de uma aula de Tecnologias Emergentes II, do curso de Adminisrtação com ênfase em Sistemas de Informação da Faculdade Ideal, é um exemplo de edição colaborativa, vários alunos editaram o mesmo documento ao mesmo tempo. Em dado momento virou bagunça, mas depois de uma formatação e uma aglutinação dos conceitos o resultado final foi esse.

segunda-feira, junho 07, 2010

TI Verde - Um olhar sobre as práticas sustentáveis no uso dos recursos tecnológicos e como elas podem ser usadas como diferenciais competitivos

É de amplo conhecimento o fato de que a área da tecnologia da informação é de um dinamismo sem par, evoluindo mais e mais a cada dia. Basta lembrar que os primeiros computadores, como o ENIAC (primeira geração, década de 40), funcionavam à base de circuitos eletrônicos e válvulas e demandavam enormes quantidades de energia elétrica e espaço físico. Hoje em dia, estamos vivendo uma época de expansão tecnológica, houve uma popularização dos computadores pessoais, iniciada na década de 70, os computadores tornaram-se cada vez menores, mais poderosos e mais acessíveis, além de extremamente necessários às mais diversas tarefas do ser humano, seja no âmbito pessoal ou no profissional. Logicamente, os computadores de hoje utilizam muito menos energia que os seus antepassados, mas, mesmo assim, o consumo de energia cresce à medida que componentes mais recentes e robustos são lançados.
Dessa constante evolução, desdobram-se alguns problemas no âmbito da sustentabilidade, dentre os principais, um deles foi citado anteriormente, que é a quantidade de energia elétrica demandada, outro grande problema seria a quantidade de lixo eletrônico produzida pela constante obsolescência dos equipamentos, sendo boa parte desse lixo constituída de metais pesados, a má utilização dos recursos na área da tecnologia, e por aí vai.
Dentro desse contexto, a TI Verde surge como uma forma de se utilizar melhor os recursos tecnológicos disponíveis para não agredir ou, já que isso é praticamente impossível, minimizar os impactos ambientais.
A TI Verde pode aparecer através de investimentos como a utilização de computadores mais econômicos, da utilização de placas de captura de energia solar para alimentar esses computadores, da utilização da virtualização para aumentar a eficiência, principalmente energética, das máquinas. Mas a TI Verde também pode partir de pequenas ações do dia-a-dia, como diminuir o brilho dos monitores, dar preferência à utilização do email ao invés de documentos impressos ou imprimir nas duas faces do papel. Tais práticas, além de reduzir os custos, podem também agregar valor à imagem da empresa, atrair novos consumidores, facilitar parcerias, aumentar a credibilidade entre os stakeholders, etc. Sendo, dessa forma, uma importante ferramenta na estratégia da empresa.