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terça-feira, março 20, 2012

Renato Manfredini Jr - Casa velha, em ruínas...

"Zapeando" pela Wikipédia, deparei-me com a biografia do Renato Russo e a menção à uma certa redação, "Casa velha, em ruínas...", feita nos tempos de escola, quando ele ainda tinha perto de seis anos. O artigo falava que a redação estava "disponível na íntegra". Ora pois, fui atrás da dita cuja e achei o manuscrito que agora compartilho aos que, assim como eu, desconheciam-no...


Manuscrito retirado de Memorial Renato Russo (Site Oficial)

quarta-feira, novembro 23, 2011

Legião Urbana - Vinte e Nove

Legião Urbana sempre fez parte da minha vida, foi a primeira banda com a qual eu realmente criei algum tipo de afetividade, isso lá nos meus 13 anos. Lembro-me que, quando comecei a trabalhar, aos 15, com meu primeiro ordenado, comprei o CD "O Descobrimento do Brasil", o qual consta a música que intitula este post: Vinte e Nove.

Com uma letra, como boa parte das letras do Renato, simples e de profundidade e sensibilidade abissais, figura entre as melhores músicas da banda. Os entusiastas e pseudo-historiadores de Legião Urbana sempre veem mais coisa do que as letras realmente mostram. No caso de "Vinte e Nove", o que eu vejo é uma trindade: queda, solidão e redenção.
Simples assim.

A meu ver, a letra é a narrativa de alguém que acaba por perder praticamente tudo que tem, tudo, não somente coisas materiais, tudo mesmo, amigos, família, filhos, dignidade, humanidade etc (vinte em vinte e nove amizades), e esse alguém é o único culpado pela própria queda (por conta de uma pedra em minhas mãos). E o pior: ele sabe disso.
É notório que pessoas que passam por quedas tão drásticas, acabam tendo os vícios como única solução e consolo, deixar-se cair mais e mais, mais fundo e mais rápido, isso não é uma solução, é autodestruição, mas poucos conseguem fugir disso quando se veem sozinhos (Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes). Nesse ponto a solidão chega a ser palpável.
Perdi vinte em vinte e nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você
(Já que você não me quer mais)

A segunda parte da música trata dos esgotos e umbrais, dos conflitos e dificuldades, da luta diária contra a solidão (vinte e nove dias na prisão), de tudo que se passa até encontrar um novo norte, uma nova razão pra continuar (e aos vinte nove, com o retorno de Saturno, decidi começar a viver). Um fato interessante a se observar, o termo "retorno de Saturno" é tratado na astrologia como um ponto de inflexão na vida das pessoas, é o ponto onde se tomam grandes decisões e a vida dá uma virada completa, acontece entre os 28 e os 30 anos, é o ponto em que Saturno volta ao ponto onde estava no dia de seu nascimento.
Passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove, com o retorno de Saturno

A terceira e última parte trata do desprendimento do passado, para que se possa caminhar a um futuro, a  aceitação dos erros, as desculpa, os perdões, a redenção e o recomeço. É impossível caminhar adiante com o olhar virado pra trás, só quando ele se desprende dos erros cometidos, quando perdoa a si mesmo, é que se liberta e, como recompensa, coisas boas veem com naturalidade (vinte e nove anjos me saudaram e tive vinte e nove amigos outra vez).
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar
E a pedir perdão.
(E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez)





quinta-feira, novembro 17, 2011

Vivaldi & Ferenc Cakó - As Quatro Estações & A Arte da Animação com Areia


Ontem, procurando algum "inspirador" pra ouvir enquanto escrevia alguns devaneios para este blog, recorri à minha afetada memória e lembrei de "As Quatro Estações / Le quattro stagioni", um inenarrável concerto para violino e orquestra de Vivaldi. Pois bem, de posse do meu alvo, fui pro Youtube e procurei algumas performances da obra, deparei-me com uma miniatura que continha uma ilustração que me chamou bastante atenção, era um tipo de desenho/animação, aparentemente, diferente de tudo que já tinha visto. Cliquei e fui assistir.

Acertei em cheio.

A animação era de autoria do húngaro Ferenc Cakó, especialista em animação com areia, algo que eu nunca, nunca, nunca mesmo, havia visto. A animação acompanha as sensações e impressões relacionadas à cada uma das quatro estações do concerto composto por Vivaldi e é, simplesmente, INCRÍVEL. A animação, de profundidade e sensibilidade incríveis, nos transporta a outros lugares e épocas, conhecidos ou não, presente e passado, faz-nos sentir um amálgama de sensações relacionadas ao clima, às estações, à configuração espacial dos lugares mostrados, às pessoas e seus sentimentos, às ações cotidianas em cada estação, e por aí vai.

Recomendo! Tanto pelo concerto de Vivaldi, quanto pela incrível animação de Cakó.


sexta-feira, outubro 28, 2011

Marisa Monte - O que me importa (Tim Maia)

"O que me importa seu carinho agora, se é muito tarde para amar você..."
Eu nunca fui um ouvinte de Tim Maia, meu pai detestava ele e, até hoje, eu não sei o porquê... Eu não tenho essa aversão toda a ele, pelo contrário, até gosto! Mas, sinceramente, prefiro a Marisa Monte, ela é uma dessas mulheres que ficam ótimas até cantando "Parabéns pra você".

Certa vez um amigo me disse "essa é a música mais triste que eu já ouvi"... E é verdade...

A letra é pesada, tensa, e nem chega a ser um pedido de desculpas, é mais uma autoavaliação final, quando em frente ao irremediável, irreversível, incontestável... 


O que me importa
Seu carinho agora
Se é muito tarde
Para amar você...

O que me importa
Se você me adora
Se já não há razão
Prá lhe querer...

O que me importa
Ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis
Você nem mesmo soube dar
Amor!...

o que me importa
Ver você chorando
Se tantas vezes
Eu chorei também...

O que me importa
Sua voz chamando
Se prá você jamais
Eu fui alguém...

O que me importa
Essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais
Tristezas prá chorar
Que o seu!...

O que me importa
Ver você tão triste
Se triste fui
E você nem ligou...

O que me importa
Seu carinho agora
Se para mim
A vida terminou
Terminou! oh! oh! oh!
Terminou! oh! oh! oh!
Oh! oh! oh!...

quarta-feira, outubro 19, 2011

Legião Urbana - A Tempestade ou O Livro dos Dias


A Tempestade ou O Livro dos Dias, ou apenas A Tempestade, é o sétimo disco da banda brasileira de rock Legião Urbana, lançado em 20 de Setembro de 1996. É o último disco lançado pelo líder da banda, Renato Russo, ainda em vida. No Brasil foram vendidos mais de meio milhão de cópias e sendo premiado com Disco de Diamante pela ABPD.

Gravado entre janeiro e junho de 1996, no estúdio carioca AR Estúdios, foi planejado para ser um disco duplo, pois foram também gravadas canções que fariam parte do póstumo Uma Outra Estação, porém, a proposta foi novamente recusada, assim como o projeto "Mitologia e Intuição" (que originou os álbuns Dois e Que País É Este 1978/1987). Durante as gravações, Renato Russo não quis gravar vozes definitivas para todas as músicas, fazendo-o apenas na canção "A Via Láctea". Devido a isso, as outras canções contam com a voz-guia (primeira voz gravada para a música). Grande parte dos arranjos estava pronta desde o fim de 1995.

A maioria das letras do disco (escrita em 1996, durante os sintomas da doença de Renato) é considerada melancólica e triste, como se pode ver em canções como Mil Pedaços, Quando Você Voltar e Longe do Meu Lado, além de canções mais introspectivas, como O Livro dos Dias (que também é um dos nomes do disco) e Soul Parsifal (parceria inédita de Renato Russo com a cantora Marisa Monte). Há também espaço para letras mais cotidianas e alegres, como Leila, 1º de Julho (composta para Cássia Eller, que a gravou primeiramente) e Dezesseis (que fala sobre um jovem de Brasília, amante do rock, que falece aos 16 anos ao disputar um "racha" - corrida ilegal entre carros). A principal canção do disco foi A Via Láctea, com sua letra bastante depressiva.

As primeiras edições do disco vieram com uma capa especial em formatação de livro (no mesmo formato em que foi lançado Equilibrio Distante, segundo álbum solo de Renato Russo). Renato recusou-se a tirar fotos para o álbum, tendo sido usada uma foto tirada durante as sessões de fotos de "Equilibrio Distante". Mais tarde, ambos os discos foram relançados na caixa tradicional, de plástico. Em "A Tempestade", não constam agradecimentos e nem as tradicionais frases "Urbana Legio Omnia Vincit" (Legião Urbana a tudo vence) e "Ouça no volume máximo". Em seu lugar, foi escolhida uma frase do escritor modernista brasileiro Oswald de Andrade: "O Brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus".

Curiosidades
Segundo entrevista de Renato, o álbum foi lançado com dois nomes porque, enquanto ele preferia "A Tempestade", Bonfá preferia "O Livro dos Dias". Apesar dos dois nomes, apenas A Tempestade aparece na capa. Este nome também é uma referência a última peça deWilliam Shakespeare, denominada também A Tempestade.

A faixa "Dezesseis", além de citar Janis Joplin, Led Zeppelin, Rolling Stones e os Beatles, também cita uma música destes últimos:Strawberry Fields Forever. Além disso, suspeita-se que a canção seja uma homenagem à morte do piloto Ayrton Senna, em 1994 em um acidente durante uma corrida de Fórmula-1; Essas evidências aparecem em trechos sobre o opala metálico-azul (Williams azul que Senna corria quando se acidentou) e a Curva do Diabo (Alusão à curva Tamburello, local do acidente fatal);

A faixa "1º de Julho" fora feita por Russo para Cássia Eller, que a gravou no disco Cássia Eller, em 1994. Foi gravada durante as sessões de gravação de The Stonewall Celebration Concert, primeiro disco solo do cantor, em 1994.

Foi o primeiro álbum produzido pelo guitarrista Dado Villa-Lobos, embora o crédito também leve o nome da banda: "Produzido por Dado Villa-Lobos e Legião Urbana".
O cantor porto-riquenho Ricky Martin gravou uma versão em espanhol de "A Via Láctea", intitulada "Gracias por Pensar en Mi" ("obrigado por pensar em mim", trecho da canção original), em seu álbum MTV Unplugged, de 2007.


Faixas / Download
1. "Natália" 8– 3:55 | Download
2. "L'Avventura" – 4:37 | Download
3. "Música de Trabalho" – 4:19 | Download
4. "Longe do Meu Lado" (Renato Russo e Marcelo Bonfá) – 4:25 | Download
5. "A Via Láctea" – 4:39 | Download
6. "Música Ambiente" – 4:07 | Download
7. "Aloha" – 5:25 | Download
8. "Soul Parsifal" (Renato Russo/Marisa Monte) – 4:54 | Download
9. "Dezesseis" – 5:23 | Download
10. "Mil Pedaços" – 3:22 | Download
11. "Leila" – 5:22 | Download
12. "1º de Julho" (Renato Russo) – 4:49 | Download
13. "Esperando por Mim" – 4:21 | Download
14. "Quando Você Voltar" – 2:53 | Download
15. "O Livro dos Dias" – 4:18 | Download

Todas as canções, exceto onde houver indicação, tem a composição de Dado Villa-Lobos, Renato Russo e Marcelo Bonfá. Todas as letras são de Renato Russo


Fonte:
A Tempestade ou O Livro dos Dias - Wikipédia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, setembro 26, 2011

Pearl Jam - Last Kiss

Na minha sequência de músicas neurantes e que demoram semanas, meses e até (como no caso de "Polaroid") anos pra sair da minha cabeça, encontro-me agora com Last Kiss, do Pearl Jam que é, de longe, a versão mais conhecida da música originalmente composta por Wayne Cochran, com uma letra que é tão bela quanto séria.

Wayne Cochran inspirou-se no acidente ocorrido no dia 22 de Dezembro de 1962, sábado, véspera de Natal, em Barnesville - Georgia. Os jovens: Jeanette Clark e L. Hancok, que era o motorista, ambos com 16 anos e mais outros três amigos, estavam em um Chevrolet 1954 em intenso tráfego quando atingiram um caminhão que carregava madeiras. Clark, Hancok e mais um amigo morreram; os outros dois ficaram seriamente feridos. Cochran dedicou a música à Jeanette Clark.




Oh where, oh where, can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.
We were out on a date in my daddy's car,
We hadn't driven very far.
There in the road straight ahead,
A car was stalled, the engine was dead.
I couldn't stop, so I swerved to the right,
I'll never forget the sound that night.
The screaming tires, the busting glass,
The painful scream that I heard last.
Oh where, oh where, can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.
When I woke up, the rain was pouring down,
There were people standing all around.
Something warm flowing through my eyes,
But somehow I found my baby that night.
I lifted her head, she looked at me and said;
"Hold me darling just a little while."
I held her close I kissed her - our last kiss,
I found the love that I knew I had missed.
Well now she's gone even though I hold her tight,
I lost my love, my life that night.
Oh where, oh where, can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.



Fonte:
Last Kiss - Wikipédia, a enciclopédia livre. Disponível no link Last Kiss.
Vídeo "Pearl Jam Last Kiss - Live Francisco 2006 - HD", incorporado do Youtube.
Letra da música extraída de Letras.mus.br

quinta-feira, agosto 25, 2011

Julieta Venegas & Marisa Monte - Ilusión (Acústico/Unplugged MTV)


Essa mexicana, Julieta Venegas, foi-me apresentada há um tempo pelo meu caríssimo amigo Lino Ribeiro da Ponte Jr, vulgo @LacunaCerebral, em uma conversa no msn quando, o mesmo, perguntou-me se eu conseguiria achar um link decente pra baixar o Acústico MTV da cantora anteriormente citada. Googuei, encontrei, baixei. Uma mulher linda, com uma voz linda, com músicas lindas! Impossível não gostar.

Mas, de todas as faixas, sem sombra alguma de dúvida, a que mais chama a atenção é um dueto fantástico com una cantante brasileña, que é, nada mais, nada menos, que Marisa Monte. São duas belas vozes que dispensam qualquer tipo de comentário, só ouvindo mesmo!



Link pra download do Unplugged MTV

sexta-feira, julho 01, 2011

1º de Julho

Aproveitando o ensejo da feliz coincidência pela qual me encontro: Um [novo] momento "Legiãourbanístico" concomitante ao 182º dia do ano, o dia 1º de Julho.

Pois bem, como não consegui encontrar uma versão do Renato, vai a versão da Cássia mesmo, que é tão quanto [ou até melhor] do que a versão original e, dizem alguns, não sei se a informação procede, que o Renato compôs essa música pra Cássia cantar.

Pois bem, ei-lo: 1º de Julho!

quarta-feira, junho 29, 2011

Se fiquei esperando meu amor passar...

Hoje, ou melhor, ontem, decidi-me a baixar a discografia completa do Legião Urbana. Foram horas deveras produtivas que dispendi no 4shared, mas valeu a pena. Joguei tudo numa playlist randômica que começou, coincidentemente pela 11ª faixa de "As Quatro Estações": Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar, uma das minha favoritas, ao lado de Sereníssima, Acrilic On Canvas, Andrea Doria, Perfeição, Dezesseis, dentre inúmeras outras.

Pois bem, que a música é ótima isso é unanimidade, e não vem ao caso.
O fato curioso é que nos tempos de antanho, quando dos meus primeiros contatos com a banda, um amigo da escola gravou, em uma fita K7 (Égua-te!!), o CD "Legião Urbana", o primeiro, de 1985. A fita comportou todas as faixas e, pra não desperdiçar espaço, ele gravou algumas outras faixas.

Cheguei em casa e ouvi toda a fita, adorei todas, entretanto, no fim, tinha uma música que começava com uma introdução muito boa, seguida dos versos:
"Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que então, eu não sabia amar"
E terminava por aí. E eu tinha gostado tanto dessa faixa...

Algum tempo depois, outro amigo, também do 'Cordeiro de Farias', Edinei, do Blog do Argonauta, grande fã de Legião Urbana, me passou a letra toda da música mas eu só a ouvi, de fato, uns 4 ou 5 anos depois.

Mas ela vale a pena... Vale mesmo.

Se fiquei esperando meu amor passar...

quarta-feira, janeiro 19, 2011

"Amor, Amor" um Flashbrega diferente

Há tempos não me via tão tocado, emocionado empolgado com um álbum. Se bem que nem tanto assim, dado que, há pelo mesmo oito meses continuo ouvindo só "Paz e Amor Acústico" do Nenhum de Nós.

Pois bem, o álbum "Amo Amor" da deidade Lia Sophia, é uma releitura (e que releitura!!) de clááássicos marcantes do brega dos anos 70/80, que embalaram gerações e mais gerações de românticos (ou não). Eu, particularmente, recordo-me muito bem de todas, meu pai era (e ainda é) fã incondicional do gênero, ou seja, querendo/gostando ou não, minha infância acabou sendo inúmeras vezes pontuada por algumas dessas composições.

Dentre as faixas, destaque especial pra faixa título, "Amor Amor", do meu xará Magno (Carlos Magno Xavier) e André Carlos; "Tchau tchau amor" de Ivan Peter, "Ao pôr do sol" de Firmo Cardoso e Dino Souza. Altamente recomendado!

Faixas:
1. Amor Amor - Carlos Magno Xavier (Magno) e Oséias Carlos André Almeida Lopes (André Carlos)
2. Como eu gosto de você - Borba de Paula e Mardônio
3. Eu te amo meu amor - Frankito Lopes
4. Longe de você - Jorge Benner e Gilmar Amaral
5. Minha amiga - Mauro Cotta e Cláudio Lemos
6. Não se vá - Fernando Belém e Jorge Benner
7. Noites de Moscou ("Moscow Nights") - Ver. Pinduca/Luizinho
8. Ao pôr do sol - Firmo Cardoso e Dino Souza
9. Um Poema de amor - Wilson Fonseca (Santarém-PA, 1953)
10. Tchau tchau amor - Bella Maria e Ivan Peter
Download

Download das versões originais (4Shared):
1. Amor Amor | 2. Como eu gosto de você | 3. Eu te amo meu amor | 4. Longe de você | 5. Minha amiga | 6. Não se vá | 7. Noites de Moscou ("Moscow Nights") | 8. Ao pôr do sol | 9. Um Poema de amor | 10. Tchau tchau amor

domingo, novembro 21, 2010

Nenhum de Nós - Você Vai Lembrar de Mim

Conhecia algumas poucas músicas do Nenhum de Nós, mas, há pouco tempo atrás, acabei baixando o CD "Paz e Amor Acústico"... Pensem em algo que eu escuto há meses sem parar... fantástico! Destaque especial pra "Polaroid", "Vou deixar que você se vá" e "Você vai lembrar de mim", isso sem contar as clássicas "Camila, Camila" e "O Astronauta de Mármore"... Muito bom mesmo!